sábado, 24 de agosto de 2013

Oficina : Lenda Saci Pererê

O Saci-Pererê é um dos personagens mais conhecidos do folclore brasileiro. Possuí até um dia em sua homenagem: 31 de outubro. Provavelmente, surgiu entre povos indígenas da região Sul do Brasil, ainda durante o período colonial (possivelmente no final do século XVIII). Nesta época, era representado por um menino indígena de cor morena e com um rabo, que vivia aprontando travessuras na floresta. Porém, ao migrar para o norte do país, o mito e o personagem sofreram modificações ao receberem influências da cultura africana. O Saci transformou-se num jovem negro com apenas uma perna, pois, de acordo com o mito, havia perdido a outra numa luta de capoeira. Passou a ser representado usando um gorro vermelho e um cachimbo, típico da cultura africana. Até os dias atuais ele é representado desta forma. O comportamento é a marca registrada deste personagem folclórico. Muito divertido e brincalhão, o saci passa todo tempo aprontando travessuras na matas e nas casas. Assusta viajantes, esconde objetos domésticos, emite ruídos, assusta cavalos e bois no pasto etc. Apesar das brincadeiras, não pratica atitudes com o objetivo de prejudicar alguém ou fazer o mal. Diz o mito que ele se desloca dentro de redemoinhos de vento, e para captura-lo é necessário jogar uma peneira sobre ele. Após o feito, deve-se tirar o gorro e prender o saci dentro de uma garrafa. Somente desta forma ele irá obedecer seu “proprietário”. Mas, de acordo com o mito, o saci não é voltado apenas para brincadeiras. Ele é um importante conhecedor das ervas da floresta, da fabricação de chás e medicamentos feitos com plantas. Ele controla e guarda os segredos e todos estes conhecimentos. Aqueles que penetram nas florestas em busca destas ervas, devem, de acordo com a mitologia, pedir sua autorização. Caso contrário, se transformará em mais uma vítima de suas travessuras. A crença neste personagem ainda é muito forte na região interior do Brasil. Em volta das fogueiras, os mais velhos contam suas experiências com o saci aos mais novos. Através da cultura oral, o mito vai se perpetuando. Porém, o personagem chegou aos grandes centros urbanos através da literatura, da televisão e das histórias em quadrinhos. Quem primeiro retratou o personagem, de forma brilhante na literatura infantil, foi o escritor Monteiro Lobato. Nas histórias do Sítio do Pica-Pau Amarelo, o saci aparece constantemente. Ele vive aprontando com os personagens do sítio. A lenda se espalhou por todo o Brasil quando as histórias de Monteiro Lobato ganharam as telas da televisão, transformando-se em seriado, transmitido no começo da década de 1950. O saci também aparece em várias momentos das histórias em quadrinhos do personagem Chico Bento, de Maurício de Souza.

Projeto : Histórias para Viajar - Viajando na Sacola Literária da Leitura

É através da leitura que se forma cidadãos críticos e seletivos em busca de um melhor aprendizado sociocultural que vão facilitar a assimilação de conhecimentos conceituais, procedimentais e atitudinais. É de vital importância que a criança tenha na família e na escola incentivo, motivação e estímulo, a fim de que desenvolva o gosto pela leitura e a boa formação de leitores. Como envolver e estimular nossos alunos, para que possam desenvolver habilidades de leitura, escrita e oralidade? O que a escola deve fazer efetivamente para despertar na criança o gosto pela leitura e escrita?

Projeto : Histórias para Viajar - Viajando na Sacola Literária da Leitura

O projeto nasceu do objetivo de sensibilizar, difundir e favorecer a leitura nos espaços pedagógicos e comunitários, permitindo que a linguagem seja um fator interativo, ampliando o repertório dos que leem e constroem a sua própria história cidadã através das Sacolas Literárias que irão serão pelos alunos da Escola Municipal Professor 'Lázaro Rosa Muniz’’.Tornando a relação escola-comunidade mais íntima com a Leitura e Literatura .
A Leitura é uma fonte inesgotável de prazer, leia mais... Corrida da Centopeia 2013 O projeto da biblioteca escolar sempre teve como meta melhorar o nível de leitura dos alunos em conjunto com a professora regente. E para incentivar a leitura e ao mesmo tempo o uso biblioteca, acontece a Corrida da Centopeia (Melhor leitor ), onde são premiados o melhor de cada sala na Escola Municipal Professor ‘’Lázaro Rosa Muniz ‘’ que esse ano faz terceiro ano de execução . Os alunos que mais utilizam a biblioteca e o seu acervo durante o bimestre – para leituras – fazem a publicidade do livro que mais gostou, com isto detectamos que nossos leitores não são apenas consumidores, são também produtores de textos. As fichas de leituras e os textos organizados por mim, também são incentivos para a formação do leitor consciente e crítico . O projeto desenvolvido na Biblioteca Escolar tem sido de suma importância para as crianças, pois a leitura é uma fonte inesgotável de conhecimento. Por isso, o livro de literatura deve sempre estar inserido no contexto escolar e em casa. O livro deve ser manuseado e amado par todos. O objetivo do projeto que vem sendo desenvolvido na escola tem oportunizado ao aluno para uma interação maior com os livros de literatura, despertando o hábito de ler e compreender o que está lendo. As atividades realizadas pela Biblioteca Professora ‘’Maria José Brandão ‘’ estão voltados não só para a leitura do livro, mas também de mundo e realidades. Tornando nossos alunos através de leituras cidadãos com visão abrangente de realidade, onde a criatividade e cidadania estão sempre presentes. Ler inclui, recria, expande, ensina, transforma, constrói, promove cidadania. Saber ler é a base que sustenta todas as demais. Quem lê se torna dono da sua própria história e participa da construção de histórias coletivas. Para compartilhar e envolver a sociedade brasileira sobre os caminhos que efetivam uma cultura de leitura o Projeto: Corrida da Centopeia com apoio da Secretaria de Educação e Professores e gestores da Escola pois acreditamos que para aprender a ler, é preciso ter a companhia amorosa desde a primeira infância. Para aprender a ler, é preciso ter acesso aos livros. Os caminhos para a formação do leitor começam em casa, com apoio atento e permanente dos pais e da família, passam pelas escolas, pelas mãos dos professores, e se estendem às bibliotecas, com apoio permanente dos bibliotecários.